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	<title>Na Mídia &#8211; Nelore IRCA</title>
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	<description>O Seu Nelore Com Mais Carne</description>
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		<title>José da Rocha Cavalcanti: a pesagem em jejum assegura ao produtor argumentos justos de que o rendimento de carcaça foi aquém de suas expectativas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jabrao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2022 20:43:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[José da Rocha Cavalcanti, pecuarista, comentou sobre o artigo Por que não há uma padronização no rendimento de carcaça dos animais enviados ao abate?. Confira o comentário abaixo: Ao meu ver, a questão está na “idoneidade” do frigorífico de repassar ou não seus viés de metas diárias “no ganho da compra” e nos “ganhos da indústria” [&#8230;]]]></description>
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<p>José da Rocha Cavalcanti, pecuarista, comentou sobre o artigo <a href="https://www.beefpoint.com.br/radares-tecnicos/sistemas-de-producao/por-que-nao-ha-uma-padronizacao-no-rendimento-de-carcaca-dos-animais-enviados-ao-abate/" target="_blank" rel="noopener">Por que não há uma padronização no rendimento de carcaça dos animais enviados ao abate?</a>. Confira o comentário abaixo:</p>
<blockquote><p>Ao meu ver, a questão está na “idoneidade” do frigorífico de repassar ou não seus viés de metas diárias “no ganho da compra” e nos “ganhos da indústria” para que o rendimento de carcaça não tenha distorções.</p>
<p>A pesagem em jejum assegura ao produtor argumentos justos de que o rendimento de carcaça de seus animais foi aquém (ou raramente além) de suas expectativas.</p>
<p>As diferenças nem sempre estão na “limpeza” e sim nas “balanças eletrônicas e modernas” que alteram a tara por um simples controle remoto. As diferenças alcançam de 4 a 5% abaixo do esperado.</p></blockquote>
<p>Leia o artigo na íntegra: <a href="https://www.beefpoint.com.br/radares-tecnicos/sistemas-de-producao/por-que-nao-ha-uma-padronizacao-no-rendimento-de-carcaca-dos-animais-enviados-ao-abate/" target="_blank" rel="noopener">Por que não há uma padronização no rendimento de carcaça dos animais enviados ao abate?</a>.</p>
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		<title>José R. Cavalcanti: precisamos de uma mega associação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jabrao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2022 20:40:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O leitor do BeefPoint José da Rocha Cavalcanti (Produção de gado de corte), de São Miguel do Araguaia, Goiás, enviou um comentário ao artigo “Pedro Eduardo de Felício comenta o processo de consolidação dos frigoríficos brasileiros“. Abaixo leia a carta na íntegra. “Para o produtor resta uma única saída: para enfrentar as megas fusões criar [&#8230;]]]></description>
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<p>O leitor do BeefPoint José da Rocha Cavalcanti (Produção de gado de corte), de São Miguel do Araguaia, Goiás, enviou um comentário ao artigo “<a href="https://www.beefpoint.com.br/?noticiaID=57352&amp;actA=7&amp;areaID=15&amp;secaoID=125"><u>Pedro Eduardo de Felício comenta o processo de consolidação dos frigoríficos brasileiros</u></a>“. Abaixo leia a carta na íntegra.</p>
<p><i>“Para o produtor resta uma única saída: para enfrentar as megas fusões criar uma mega associação de classe nacional.</i></p>
<p>Identificar e eleger líderes que conheçam e falem a língua do PRODUTOR.</p>
<p>Uma associação disposta a contratar os melhores técnicos das diversas áreas que demonstrem competência para apresentar nas mesas de negociações propostas bem elaboradas, de médio a longo prazo, que atendam os anseios de lucratividade dos diversos elos dos produtores.</p>
<p>Assessorar os produtores na identificação de sistemas de produção compatíveis com sua capacidade de gestão e comercialização, mantendo um relacionamento de negócios com os frigoríficos ganha-ganha.</p>
<p><i>Ainda vale o velho adágio popular: caititu fora da manada é comida de onça.”</i></p>
<p><a href="https://www.beefpoint.com.br/?noticiaID=57352&amp;actA=7&amp;areaID=15&amp;secaoID=125"><u>Clique aqui para ler mais opiniões sobre este assunto.</u></a></p>
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		<title>Formação de lotes é boa estratégia no manejo racional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jabrao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2022 20:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[Por José da Rocha Cavalcanti1 A pecuária de corte está sempre desafiando seus administradores quando da tomada de decisões, para obtenção de bons resultados. Em sua ação cíclica, essa atividade enfrenta momentos em que as margens de ganho tornam-se pequenas. Mantendo o negócio sob controle, nas fases favoráveis, pode faze-lo deslanchar, provendo a estabilidade da [&#8230;]]]></description>
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<p><b>Por José da Rocha Cavalcanti<sup>1</sup></b></p>
<p>A pecuária de corte está sempre desafiando seus administradores quando da tomada de decisões, para obtenção de bons resultados. Em sua ação cíclica, essa atividade enfrenta momentos em que as margens de ganho tornam-se pequenas. Mantendo o negócio sob controle, nas fases favoráveis, pode faze-lo deslanchar, provendo a estabilidade da exploração.</p>
<p>Em geral, a discussão sobre o modo de operar a pecuária se estabelece com base em duas formas: a extensiva e a intensiva.</p>
<p>A extensiva, freqüentemente identificada com o pastejo fixo, nem sempre é bem conduzida. Na maioria das vezes, é desenvolvida em ambiente deficitário de infra-estrutura, administrando uma manutenção de estoque do rebanho (reserva de capital) com baixas expectativas de produção.</p>
<p>A intensiva, identificada com a adoção do pastejo rotacionado, visa a maximizar a produção por área e, por isso, atrai irresistivelmente a atenção dos pesquisadores. Para seu desenvolvimento, entre outras exigências, requer um maior aporte de capital investido, uma maior utilização dos insumos “dolarizados” e mão-de-obra mais especializada. Com isso, à exceção dos módulos pequenos, operados por mão-de-obra familiar, quase sempre termina por gerar renda negativa, principalmente por não contar com uma âncora cambial nas arrobas produzidas para atrelar aos insumos exigidos.</p>
<p>Pessoalmente, prefiro uma abordagem diferente na forma de conduzir o negócio da pecuária de corte: eficiência produtiva. É o que busco na Fazenda Providência do Vale Verde, em São Miguel do Araguaia, GO. A busca dessa eficiência produtiva pressupõe a utilização moderada dos insumos, infra-estruturas de bom retorno do capital investido e melhor desempenho de mão-de-obra, que resulte num maior número de animais bem assistidos por cada vaqueiro. Como objetivo se persegue a produção ótima, em vez da produção máxima. O mais importante, é maximizar as receitas líquidas.</p>
<p>Para tanto, utilizamos o sistema de pastejo fixo, com carga variável, respeitando a convivência estabelecida entre os animais nos seus respectivos lotes. Isso significa que, quando se precisa alterar a pressão de pastejo de um determinado pasto, se troca os lotes (representando cargas animais diferentes) dos pastos sem alterar a sua composição, isto é, sem alternar ou substituir os animais de cada lote. Um monitoramento mensal, por meio de notas para avaliar as condições do capim (quantidade de folhas) e o estado corporal médio dos animais de cada lote, é que indica o momento de se fazer às trocas.</p>
<p>Ao reduzir o estresse, estamos diminuindo a quantidade de energia utilizada para a mantença corporal, direcionando um saldo maior da energia consumida, para a produção. Esta maior produção, causada indiretamente pelo conforto animal, constitui a base da eficiência produtiva.</p>
<p>Entre outros fatores, o conforto animal está diretamente relacionado com o tempo gasto pelo animal para realizar a sua dieta, pela facilidade de acesso ao bebedouro e cocho de sal e pelas condições para estabelecer o seu grupo de convivência. Os bovinos têm o instinto gregário, gostam de viver em grupos de animais da mesma espécie, limitados a um determinado número, nos quais cada conhece o outro. Ao adequar o número de animais à capacidade de memorização de quem é quem no lote, proporcionamos uma convivência harmoniosa entre eles, que, então, podem expressar o seu comportamento natural, sem medo de sofrimentos, facilitando a sua locomoção e descanso.</p>
<p>Estudos recentes dão conta de grupos naturais de bovinos, formados por 12 animais, na África. Na Providência do Vale Verde, temos trabalhado com 25-30 cabeças para formar lotes de vacas (bezerro mamando não conta), e com 18-20 animais para as categorias mais exigentes, como as primíparas e vacas com mais de dez crias. Bezerras desmamadas representam a categoria mais importante na composição de um rebanho produtivo – porque têm definido seu desempenho reprodutivo com a qualidade de vida e alimentação no pós-desmama – e, por isso, seus lotes não devem ultrapassar 30 cabeças.</p>
<p>Garrotes machos inteiros, devido ao feromônio (hormônio masculino), têm sua capacidade de memorização prejudicada, chegando a causar ferimentos nas patas traseiras de tanto que montam um no outro, tentando definir quem é quem no lote. Para essa categoria, o lote ideal é de 20-25 cabeças.</p>
<p>Ao agrupar os animais, deve-se dar prioridade para que sejam da mesma espécie, idades ou categorias semelhantes, e que estejam no mesmo estágio reprodutivo (fêmeas paridas ou solteiras, por exemplo). Em princípio, esses lotes, uma vez formados, devem ser definitivos, para usufruírem ao máximo do benefício da sociabilidade estabelecida. Nulíparas e primíparas, geralmente, são reagrupadas após diagnósticos de gestação, quando se trabalha com uma estação de monta definida, para se manter a uniformidade do estágio reprodutivo.</p>
<p>Uma dica importante: se for necessário reorganizar os lotes, com mudança de alguns animais, a melhor época é na floração do capim. Com a massa abundante, dando indicação da fartura de comida, os animais tornam-se bem mais sociáveis.</p>
<p>Com esse manejo a Fazenda Providência do Vale Verde, está produzindo 7,5 @ de carne / ha de capim/ano (225 Kg de Peso Vivo/ha de capim). A média brasileira é 40 Kg de PV/ha.</p>
<p>__________________________<br />
<sup>1</sup>José da Rocha Cavalcanti é engenheiro agrônomo, integrante do GAMA, selecionador do Nelore Irca, em São Miguel do Araguaia/GO</p>
<p><sup>artigo originalmente publicado na revista DBO Rural</sup></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.beefpoint.com.br/formacao-de-lotes-e-boa-estrategia-no-manejo-racional-21710/" target="_blank" rel="noopener">https://www.beefpoint.com.br/formacao-de-lotes-e-boa-estrategia-no-manejo-racional-21710/</a></p>
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		<title>Nelore IRCA inova na seleção e utiliza ultrassonografia para coleta de dados</title>
		<link>https://neloreirca.com.br/na-midia/nelore-irca-inova-na-selecao-e-utiliza-ultrassonografia-para-coleta-de-dados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jabrao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2022 20:33:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma seleção que teve início em 1916, na Usina Serra Grande, em São José da Lage, AL, com 40 cabeças, pelas mãos do Cel. Carlos B. P. de Lyra, atravessou o século XX e chegou ao XXI, tendo como foco a eficiência do animal a pasto, como atesta o responsável pelo Nelore IRCA, José da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Uma seleção que teve início em 1916, na Usina Serra Grande, em São José da Lage, AL, com 40 cabeças, pelas mãos do Cel. Carlos B. P. de Lyra, atravessou o século XX e chegou ao XXI, tendo como foco a eficiência do animal a pasto, como atesta o responsável pelo Nelore IRCA, José da Rocha Cavalcanti, bisneto do Cel. Lyra, proprietário da Fazenda Providência do Vale Verde, em São Miguel do Araguaia, GO.</em></strong></p>
<p>Para Cavalcanti, “o IRCA é uma linhagem com um programa de seleção dentro do padrão racial supervisionado pela ABCZ, selecionando uma genética na qual os animais são eficientes tendo o pasto como dieta”. Em sua opinião, é uma opção interessante devido às características saudáveis que proporciona, por ter seu genótipo selecionado em um ambiente natural, ou seja, é bom tanto em genética, quanto em economia.</p>
<p>“O mais importante é termos genética de produção de carne de qualidade e eficiente em ambiente de capim. O objetivo é obter a maximização da renda líquida”, justifica, afirmando que a seleção IRCA apresenta como diferenciais o abate de animais jovens – entre 22 e 28 meses -, que apresentam média de peso entre 16 e 18 arrobas, com bom acabamento de gordura, e fêmeas férteis e de boa capacidade de desmame.</p>
<p>Para obter animais com esse potencial, segundo Cavalcanti, quatro características são extremamente importantes: fertilidade, acabamento de carcaça com precocidade, boa habilidade materna e seleção a pasto. “A seleção do Nelore IRCA tem essa filosofia mantida em uma tradição de 88 anos”, destaca.</p>
<p>Nesse processo de seleção, sempre atento aos princípios da produção de carne a pasto, a utilização de novas tecnologias é bem-vinda. Recentemente, foi a ultrassonografia que conquistou Cavalcanti, para quem a avaliação do rendimento da carcaça tem como pré-requisito decompor o peso vivo que o animal apresenta na balança em quilos de carne de boa qualidade por unidade de carcaça.</p>
<p>Segundo ele, o peso em si não reflete quanto de carne há na carcaça: “Pode-se ter um animal de elevado peso e baixo rendimento de carcaça. O mais importante é selecionar os melhores animais com essa característica, tanto visualmente, quanto com o auxílio da ultrassonografia, que transforma em dados numéricos as imagens da área de olho de lombo e da espessura de gordura”, explica.</p>
<p>O objetivo do uso da ultrassonografia, de acordo com Cavalcanti, é somar essas informações àquelas obtidas na avaliação visual. “Acreditamos que a ultrassonografia auxiliará a ter uma informação consistente, que a balança não mostra. Balança só mostra peso. Podemos ter um animal de 500 kg ‘magro’ e um de 480 kg ‘gordo’ e com bom rendimento”, acrescenta.</p>
<p>O que o levou a adotar essa tecnologia foi o desejo de oferecer aos clientes da genética IRCA informações mais precisas, montar um banco de dados que possa auxiliar nas decisões. “O produtor de genética precisa estar consciente de suas responsabilidades, pois o resultado de seus clientes dependerá de suas decisões. Quando trabalhamos com espécies de intervalos de geração mais longos, como os bovinos, a vida se torna curta para absorver nossos erros”, reforça.</p>
<p>Mais informações podem ser obtidas através do formulário abaixo.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.beefpoint.com.br/nelore-irca-inova-na-selecao-e-utiliza-ultrassonografia-para-coleta-de-dados-20489/" target="_blank" rel="noopener">https://www.beefpoint.com.br/nelore-irca-inova-na-selecao-e-utiliza-ultrassonografia-para-coleta-de-dados-20489/</a><br />
Por: Assessoria de imprensa do Nelore IRCA</p>
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		<title>Quatro gerações de um touro nelore IRCA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jabrao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 18:56:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bezerros nelore IRCA nascidos em outubro de 2011, filhos do HULSUR 3907 IRCA, este é filho do CANGACEIRO 2116 IRCA que é filho do TERREMOTO 1134 IRCA. Esta apresentação no SlideShare e o vídeo a seguir no Youtube referente ao slide no.7 demonstram através da padronização da carcaça e biotipo a consistência genética do trabalho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bezerros nelore IRCA nascidos em outubro de 2011, filhos do HULSUR 3907 IRCA, este é filho do CANGACEIRO 2116 IRCA que é filho do TERREMOTO 1134 IRCA.</p>
<p>Esta apresentação no SlideShare e o vídeo a seguir no Youtube referente ao slide no.7 demonstram através da padronização da carcaça e biotipo a consistência genética do trabalho de seleção.</p>
<p>A seleção do nelore IRCA iníciada em 1916 hoje utiliza as mais modernas tecnologias como ultra-sonografia de carcaça/AVAL-Goiânia-GO, avaliação genética/GenSys-Porto Alegre-RS e e registros genealógicos/ABCZ-Uberaba-MG.</p>
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<div class='avia-iframe-wrap'><iframe loading="lazy" title="Bisnetos do touro nelore TERREMOTO 1134 IRCA." width="1333" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/Zzr-kOQIe5Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Produção e Sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 12:08:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mundo está preocupado com o aquecimento global, e tenta encontrar formas de reverter – ou, ao menos, estancar – a elevação de temperatura. Afinal, sustentabilidade é um assunto sério, pois se trata de preservar o planeta para as próximas gerações. E nessa tentativa de garantir uma atividade humana mais sustentável, todas as forças se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo está preocupado com o aquecimento global, e tenta encontrar formas de reverter – ou, ao menos, estancar – a elevação de temperatura. Afinal, sustentabilidade é um assunto sério, pois se trata de preservar o planeta para as próximas gerações. E nessa tentativa de garantir uma atividade humana mais sustentável, todas as forças se dirigem para a redução das emissões de carbono.</p>
<p>Essa batalha, no entanto, parece estar mal enfocada. O desmatamento e os bovinos foram escolhidos – arbitrariamente, como se procurará demonstrar – como os principais inimigos da sustentabilidade. A solução proposta seria reduzir drasticamente as áreas dedicadas à produção extensiva de gado de corte, adotando-se a verticalização da produção.</p>
<p>Em primeiro lugar, analisar a emissão de gás carbono na produção de gado de corte olhando apenas os bovinos é um grande equívoco. Deve ser analisado o seu contexto global de criação. Por exemplo, como demonstraram os estudos da Sustainable Food Trust, as gramíneas (os pastos) absorvem naturalmente o carbono emitido pelos bovinos. Ou seja, a conta do metano dos bovinos é equilibrada pelo efeito do crescimento das gramíneas.</p>
<p>Aqui está um ponto crucial ao pensar em sustentabilidade: equilíbrio. Como se pode dizer que a produção de bovinos em sistemas intensivos – por exigir menor área e, teoricamente, menos desmatamentos – é mais benéfica à sustentabilidade do que a produção a pasto menos intensiva?</p>
<p><strong>Verticalizar a produção</strong> – produzir mais carne em menos área – exige insumos e mais insumos, que na sua produção emitem também enorme quantidade de carbono. Por exemplo, a fabricação de uma tonelada de nitrogênio joga na atmosfera quase sete toneladas de dióxido de carbono. Ou seja, é preciso um olhar sobre o contexto global, e não apenas detectar isoladamente emissores de carbono.</p>
<p><strong>Sustentabilidade</strong> exige um olhar amplo isento, e não uma visão estreita enviesada. Caso contrário, não se está batalhando por uma vida mais saudável no planeta. Ao contrário, estará se utilizando da bandeira da sustentabilidade simplesmente para uma causa meramente comercial (por exemplo, venda de mais insumos).</p>
<p>É óbvio que a atividade humana transforma o meio ambiente. Não há como fugir desse fato. O grande desafio não está em opor o ser humano ao meio ambiente, e sim encontrar formas equilibradas de convivência e transformação, isto é, o uso racional (e sustentável) dos recursos naturais. Nesse sentido, é interessante a reflexão sobre o conceito de produtividade máxima (Verticalização da produção) com alto uso de fertilizantes (maior quantidade de produto com menor margem de lucro) pelo conceito da produtividade ótima: a produção a pasto, com baixa utilização de insumos e adubos, aliando genética eficiente e uso racional dos recursos naturais.</p>
<p>Este pode ser um bom caminho para uma produção com sustentabilidade aliado a uma melhor margem de lucro por unidade produzida.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> artigo publicado na revista O Zebu no Brasil – edição 210 – Abril/ Maio 2015</p>
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		<title>Quilos de carcaça por unidade de pasto: o melhor parâmetro para avaliar lucratividade.</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 11:25:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A pecuária é um negócio e, como tal, o seu primeiro objetivo deve ser o lucro. Isso não significa ter uma visão meramente comercial da criação de gado. Significa gerir com profissionalismo o seu empreendimento, já que estar no azul é condição indispensável para a sustentabilidade e o desenvolvimento da produção. E se o lucro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária é um negócio e, como tal, o seu primeiro objetivo deve ser o lucro. Isso não significa ter uma visão meramente comercial da criação de gado. Significa gerir com profissionalismo o seu empreendimento, já que estar no azul é condição indispensável para a sustentabilidade e o desenvolvimento da produção. E se o lucro deve ser o primeiro objetivo da pecuária, ele também deve ser o objetivo primeiro do melhoramento genético.</p>
<p><strong>Ao se falar em aumento do lucro, o produtor de carne quase sempre pensa em como aumentar o peso vivo de seus animais. E isso é um equívoco. Não raras vezes, o aumento do peso dos animais diminui a margem de lucro, ou até mesmo faz com que a conta fique no vermelho.</strong></p>
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<p>A “contabilidade da pecuária do lucro” exige responder acertadamente a seguinte pergunta: o que é mais relevante para se obter lucro na produção de carne? Peso vivo ou peso carcaça? Quilos de peso carcaça por hectare de pasto ou peso vivo por cabeça?</p>
<p>Na matemática do lucro, o determinante é quantificar o quanto sobra (a margem líquida) ao produzir cada arroba. Ainda que essa análise possa parecer, à primeira vista, complexa, é a partir dela que conseguimos visualizar um fato bem simples: a criação de animais muito pesados apresenta menor eficiência (kg de ganho / kg MS consumida), já que a produção de animais muito pesados implica maior consumo de alimento e, consequentemente, maior custo.</p>
<p>Um exemplo. Produzir animais com 21 arrobas exige um tempo muito maior de permanência na pastagem do que se gastaria na produção de animais de 16-17 arrobas. Esses animais “grandes” são tardios (não dão acabamento com 16 arrobas) além de que, são produzidos por vacas também “grandes”, que têm um custo maior durante sua permanência na fazenda. Gerar esse peso excedente – as 4 arrobas – pode requerer um consumo muito maior de alimento. Em alguns casos, chega a exigir mais de 80% de alimento.</p>
<p>Simplesmente, a conta não fecha. Aquilo que se ganha com as 4 arrobas a mais não vale o custo de sua produção. Ou seja, maior peso vivo individual por animal não gera mais lucro. Se com o mesmo custo de alimentação, pode-se terminar dois animais de 16 arrobas, por que produzir um de 21 arrobas?</p>
<p>O segredo de uma maior lucratividade está em alojar mais unidades animais com biótipo mais eficiente (menor tamanho, maior rendimento de carne por unidade de carcaça, menor custo) do que ter grandes (e menos) animais no pasto. Na primeira opção, num mesmo ciclo de pastagens são produzidas mais arrobas. E é isso afinal o que conta no bolso do produtor: mais arrobas por hectare, e não o peso vivo por boi.</p>
<p>O melhoramento genético deve ter um foco claro, coerente com o objetivo primeiro da pecuária (o lucro). O peso nunca pode ser visto de forma isolada. Ele deve estar diretamente relacionado, por exemplo, ao acabamento da carcaça. Ao estabelecer os critérios para o melhoramento genético, animais pesados sem acabamento (magros) deveriam ser penalizados. Caso contrário, estamos selecionando de forma contraditória – premiando animais que dificultam o lucro do produtor.</p>
<p>É urgente direcionar a seleção para um biótipo de animal eficiente na transformação de gramíneas em carne de qualidade – e um animal de porte médio é mais eficiente que um animal “grande”. O melhoramento genético deve estar atento ao ponto ótimo (alvo) de cada característica animal em relação à geração de lucro para o produtor.</p>
<p>Simplesmente valorizar “quanto maior a DEP, melhor” é um tiro no próprio pé. Deve-se valorizar animais que expressem harmonicamente as características da eficiência: rendimento de peso no abate, tamanho adulto moderado, habilidade da fêmea em desmamar bezerros saudáveis.</p>
<p>Ao pensar em como aumentar o seu lucro, o pecuarista deve pensar em como gerar mais quilos de carne por hectare de pasto. Essa é a conta. O resto é propaganda.</p>
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